quinta-feira, 9 de abril de 2009

Tese de Conclusão do mestrado ( Monografia)

Teologia da Prosperidade

Seminário Teológico Peniel
 
Pr. Sebastião Auxiliadora dos Santos

A Teologia da Prosperidade

Dicertação de Mestrado em Teologia
Orientador: Dr. João Batista de Oliveira
Ponta Grossa / PR. 2008

Dedicatória
Dedico esta obra ao Seminári tológico Peniel, ao Diretor Dr. João Batista de Oliveira, os professores e a todos que de um jeito ou de outro cooperáram para que eu pudesse chegar à conclusão deste curso.
Quero tambem dedicar esta obra à minha família que nas hora mais difíceis me compreenderam, ajudaram e me encorajaram, com votos de esmero e esforso.
Quero tambem dedicar esta obra ao Presbitério de Osasco, que durante esses quatro anos me apoiaram em tudo que foi preciso.
Que Deus os abençoe, com as mais ricas benção de que estão escodidas em seu tabernáculo celestial.

Agredecimento
Quero Agradecer à Deus em peimeiro lugar, e em segundo lugar ao Diretor desse Seminário, Dr João Batista de Oliveira, que com esmera, e muito esforço nos ajudou a chegar à conclusão deste tão valioso curso.
Tambem a todos os professores que com dedicação dividiu comigo os seus conhecimentos.
Aos Diretores do Presbitério que com muito amor cooperou financeiramente para que eu pudece começar e concluir este tão almejado curso.

Sumário
A Teologia da Prosperidade
Folha de Rosto................................................................ 02
Dedicatória..................................................................... 03
Agradecimento...................................................................................... 04
Sumário.......................................................................... 05
Introdução. ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­.................................................................... 07
I. o que é a teologia da prosperidade. ........................... 08
1. O que é prosperidade? ............................................... 08
2. Nomes influentes da teologia da prosperidade. ......... 09
II. Principais Expoentes da Teologia da Prosperidade. . 10
III. Origem da Teologia da Prosperidad......................... 12
1. As possíveis vertentes desta teologia dentro e fora do meio evangélico...................................................................... 12
2. A relação com o Pentecostalismo. ............................ 12
3. As origens nas Seitas Metafísicas. ............................. 13
IV. Fundamentos da Doutrina da Prosperidade. ........... 14
1. Os fundamentos bíblicos e extra bíblicos da Teologia da Prosperidade.................................................................. 14
2. Muitos crentes confundem humildade com pobreza. 14
V- Perigos da Doutrina da Prosperidade. ..................... 15
1. O risco da interpretação dos “princípios” desta teologia. ....................................................................................... 15
1.1. São muitas as distorções doutrinárias da teologia da prosperidade. ................................................................. 15
1.2. A espiritualidade cristã não pode ser confundida com prosperidade. ................................................................. 16
1.3. Teologia da prosperidade se dedica a satisfazer as necessidades artificiais......................................................................... 17
1.4. A teologia da prosperidade é produto de uma sociedade de consumo. ........... 17
1.5. A teologia da prosperidade incentiva ganância. ..... 18
1.6. A teologia da prosperidade, e a fé. ......................... 19
1.7. A teologia da prosperidade, e a fé........................... 19
2. Questão da Saúde Plena nesta vida. .......................... 20
3. Jesus não propôs riqueza nem prosperidade aos seus seguidores. ........................................................................................ 23
4. Estratégias da Teologia da Prosperidade. .................. 24
VI. Em que posso concordar com a Teologia da Prosperiadade................................................................. 25
1. Uma análise daquilo que é bíblico na Teologia da Prosperidade. ........................................................................................ 25
2. Uma analogia Bíblica.................................................. 28
2.1. Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus............. 29
2.2. Amar a Deus sobre todas as coisas.......................... 30
2.4. Contribuição financeira para a Igreja...................... 30
2.5. Uma Parábola.......................................................... 30
2.6. Fé, Fidelidade e determinação................................. 31
VII. Em que não posso concordar com a Teologia da Prosperidade....................................................................31
1. Uma exposição do que não é biblicamente aceitável na Teologia da Prosperidad................................................................ 31
Conclusão. ..................................................................... 33
Considerações finais................................................................................ 34
Bibliografia...................................................................... 35
Apêndice......................................................................... 36
Glossário.......................................................................... 37

1. A teologia da prosperidade
Introdução
A Teologia da Prosperidade remetem se, às Igrejas pentecostais, e de forma progressiva tem se infiltrado no meio tradicional; uma vez que esta doutrina ganhou muita força, mas! O que podemos espera? As coisas materiais são mais acessíveis ao coração do home, e o ponto que os defensores da Teologia da Prosperidade mais defendem é o de cunho material, eles têm usado a estratégia do momento, uma vez que estamos no auge do avanço tecnológico e do consumismo. O que está em alta hoje, é estar de bem com a vida. É só ouvir uma mensagem em uma das Igrejas pentecostais que se pode perceber a elaboração da Teologia da Prosperidade.
A Teologia da Prosperidade, ou o discurso da prosperidade encontrou espaço nas lacunas tradicionais da eclesiologia cristãs, no meio do protestantismo Brasileiro, e, ate mesmo a nível internacional.
Este trabalho, busca mostrar aos cristãos e não cristãos, os riscos, os perigos, e as vantagens que ha dentro da Teologia da Prosperidade.
Que o público Protestante, e, principalmente os pentecostais de um modo geral, possa encontrar nestes escritos uma fonte de pesquisas e descobertas para melhor administrar suas mensagens ao seu público e levá-los a buscar a verdadeira prosperidade, dentro de um contexto bíblico, ético e verdadeiro. Que expressa às verdades bíblica e teológica, dentro do que o Senhor Jesus Cristo e os Apóstolos pregaram, e que os mesmos ensinos possam ser usados como uma forma de expressão religiosa cristã que se manifesta tanto na vertente da confissão protestante, como nos demais meio, em que é pregada ou ensinada a teologia da Prosperidade.
No entanto, aqui por questões metodológicas, que envolvem inclusive o espaço do pesquisador; sendo assim, seu olhar se deterá mais especificamente na vertente protestante.
Falar da Teologia da Prosperidade é também encarar a realidade que se tem visto, a fé sendo comercializada como se fosse uma mercadoria. Sabe-se que mercadejar com a fé popular é artifício antigo. As histórias das igrejas cristãs, antes e depois da época da reforma protestante, puderam testemunhar este fato amplamente. Porém, a sua legitimação e articulação como movimento religioso, oriundo do cristianismo, pode ser observada no século XX e XXI, isso nas terras brasileiras.
De origem americana, chegou ao Brasil na década de 70 do século XX, o que somente. Mais tarde foi reconhecido e denominado de neopentecostalismo, Seu crescimento foi assustador nas décadas de 60 e 70, desde então foram muitas as denominações que surgiram em torno da Teologia da Prosperidade. Foram surgindo, comunidades e igreja, em grandes quantidades; e trouxe uma grande dificuldade para as igrejas que tem uma mensagem séria, e um evangelismo sério, pois quando uma pessoa não consegue seus objetivos na igreja onde ela está, vai para outra em busca de seu objetivo, e, chega ao ponto de alegar que Deus não está operando em tal igreja e que o seu pastor não tem autoridade Espiritual.

I. O que é a Teologia da prosperidade?
Teologia da Prosperidade é uma teologia adotada por alguns grupos religiosos, especialmente os Neo-pentecostais que prega a prosperidade material dos fiéis que se voltam a Jesus, através da participação nos cultos e donativos à Igreja.
A teologia da prosperidade, tem como alicerce de seu fundamentos: o expansionismo doutrinário, o imediatismo da chegada do Reino de Jesus e a musica.
São esses os três fundamentos que atraem, milhares de pessoas. Principalmente jovens de classe media baixa. Ela pressupõe sua doutrina, em uma aliança bíblica, baseada no principio de que a Igreja Cristã de hoje em dia é indicada como sendo os herdeiros espirituais de Abraão. Baseando nos textos bíblicos que falam que Abraão é o pai da Fé: “Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora, àquele que faz qualquer obra, não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. (Rm. 4:1).

l. O que é prosperidade?
Prosperidade é uma expressão econômica. Designa um período de ascensão econômica e desse modo conectado a uma sociedade otimista que goza de afluência, abundância e profunda fatura.
A fase de prosperidade é caracterizada por uma tendência otimista com empreendedores e consumidores. O aumento do consumo, que eleva o nível da produção, conduz ao aumento da renda nacional e prosperidade crescente dentro da sociedade. O termo torna-se geralmente sinônimo de crescimento econômico.
O homem tende a buscar o melhor para si; Trata-se prosperidade pela busca e até alcance do prazer. Jeremy Bentham critica a prosperidade mediante o egoísmo que impera no coração daqueles que se dá a pratica da busca de tal interesse.
Por fim, prosperidade é um ponto negativo de relação social, tornando ponto polêmico para aqueles, que com um coração puro e temente a Deus buscam; fé, amor, fidelidade e misericórdia.

2. Nomes influentes da teologia da prosperidade.
Hanegraaff Kenyon. Nasceu em 24.04.1867, Saratoga, Nova York, EUA, falecendo aos 19.03.48. Nos anos 30 a 40, desenvolveram-se os ensinos de Essek William Kenyon. Segundo Pieratt (p. 27), ele tinha pouco conhecimento teológico formal.
Hanegraaff Kenyon, é o pai do chamado Movimento da Fé, tudo o que você pensar e disser transformará em realidade. Sofreu influência das seitas metafísicas como Ciência da Mente, Ciência Cristã e Novo Pensamento, que é o pai do chamado Movimento da Fé. Esses ensinos afirmam que tudo o que você pensar e disser transformará em realidade. Enfatizam o Poder da Mente.
Mary Baker Eddy. Fundadora do movimento chamado Ciência Cristã, afirma que a doença não existe, e que tudo depende da mente; Segundo ela, a mente é quem patrocina o bem e o mal que recebemos em nosso corpo.
Kenneth Copeland, seguidor de Haggin, diz que Satanás venceu Jesus na cruz.
Kenneth Hagin. Nasceu em 20.08.1918, em McKinney, Estado do Texas, EUA. Sofreu várias enfermidades e pobreza; diz que se converteu após ter ido três vezes ao inferno. Aos 16 anos diz ter recebido uma revelação de Mc 11.23,24, entendendo que tudo se pode obter de Deus, desde que confesse em voz alta, nunca duvidando da obtenção da resposta, mesmo que as evidências indiquem o contrário; Foi pastor de uma igreja batista (1934-1937); depois à Assembléia de Deus (1937-1949), em seguida passou por várias igrejas pentecostais, e, finalmente, fundou seu próprio ministério. Aos 30 anos, fundando o Instituto Bíblico Rhema. Foi criticado por ter escrito livros com total semelhança aos de Kenyon; mas defendeu-se, dizendo que não era plágio, que os recebera diretamente de Deus.Segundo ele, Deus tem dado unção de profetas nos dias atuais, como porta-voz.
Essa autoridade deriva das: visões, profecias, curas, palavras de conhecimento, entrevistas com Jesus etc.
E disse mais: Você é tanto uma encarnação de Deus quanto Jesus Cristo o foi.
Você não tem um deus dentro de você. Você é um Deus.

II. Principais Expoentes da Teologia da Prosperidade.
João Calvino um dos reformadores da igreja afirmou que a riqueza é um sinal dos eleitos, e tal afirmação faz com que alguns cristãos acreditem que a prosperidade material é um presente de Deus para os seus eleitos; Uma espécie de paraíso terrestre que distingue os salvos dos não salvos. Ele pregava que o salvo, tem que possuir nesta vida, muitas riquezas, saúde, bem-estar, ou seja, bem mais que o necessário. Desde então o tema foi defendido; mas, tomando força no século XX.
Esta teologia hoje encontrou seu sustentáculo na chamada Teologia da Prosperidade.
A Teologia da Prosperidade teve seu início nos Estados Unidos da América; mas espelhou pelo mundo todo, contaminando toda classe evangélica. A teologia da prosperidade chegou ao brasil por volta dos anos de 1910 com a chegada das Igrejas; Assembléia de Deus e Congregação Cristã do Brasil. Depois, nas décadas de 60 e 70, com os movimentos de curas divinas e libertação, trasido para o brasil pelos missionários Americanos, apartir de então começaram a surgir os movimentos pentecostais de origem brasileiras, surgem a tentativa do afastamento da teologia tradicional. Com ela surge o neo-pentecostalismo que é a expressão de uma ruptura de segunda geração que adere á Teologia da Prosperidade; Independente da década, podemos dizer que, o Neo-pentecostalismo deu maior ênfase aos dons espirituais, como sendo os sinais das evidencias de curas divinas e outras manifestações espirituais, porpocionando assim uma maior força á teologia da prosperidade.
Muito antes da Teologia da Prosperidade tornar-se uma força dominante no cennário Brasileiro na forma neo-pentecostal, doutrina oriunda de seitas esotericas foram adotadas por determinados grupos cristão norte-americano, como forma de explicar seus novos conceitos de fé, e ao mesmo tempo justificar as experiencias espirituais de alguns lideres.
Não se pode negar que durante a história da Igreja Cristã, houve movimentos de cura divina firmado nas escritura sagrada, Jesus foi quem inalgurou a praticas de curas e libertção, onde ele passava havia muitos sinais e curas: “E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam”. (Mc. 1:34). Nos tempos Apóstolicos houve muitas curas A palavra de Deus nos diz que até a sombra de Pedro curava: “de sorte que transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas, para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. “E, até das cidades circunvizinhas, concorriam muita gente à Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais todos eram curados.” (At. 5:15). Desde então é pregado por todos os cristãos a cura e a libertação, também houve neste periodo muitos abusos: muitos fazendo uso desta graça, aproveitaram para usar a Deus, ao invez de ser usados por Deus. O movimento das curas permeia nos moldes dos avivalistas que surgiu no cenário evangélico Norte-Americano. “Cada homem que nascer de novo é uma encarnação Divina, e o Cristianismo é um milagre” Kenneth Hagin, Ele ficou conhecido como o pai da teologia da Prosperidade, e os paises de maior abrangencia foram os Estados Unidos e o Brasil; e exerceu influencim no ministério de vários Pastores.
Kenneth Hagin. Foi influenciado por seu contemporaneo Essek Willian Kenyon, ex pastor de vareas Igrejas cristãs protestantes de vareas linhas.
As idéias que subisidiaram Kennedy Hagin no estabelecimento de uma teologia própria do Rhema Bibli Training center, que neste trabalho se denomina Teologia da Prosperidade, se divide em três pontos.
1. Autoridade Espiritual.
2. Bençãos e maldição da lei.
3. confissão positiva.
Segundo Hagin, o acontecimento das coisas depende do individou. E afirma que nunca podemos dizer a Deus; se for de sua vontade.
Apesar de ter sido focalizado o nome de Kenneth Hagin como o principal progenitor da teologia da prosperidade, a doutrina teve outros difusores no Brasil e para o Brasil.
Entre outros podemos citar: Kenneth Copeland, Benny hinn, David Robertson, Oral Robertson, Fred Price e Paulo Crouch, Todos estes norte-americano.
Ja em terras brasileira, os mais conhecidos são os que utilizaram a midia para a divulgação de suas mensagens, são eles: R.R. Soares, Jorje Tadeu, Miguel angelo, Valnice Milhomens coelho, Edir Macedo. Todos estes são homens que usam a mídia, livros e outro meios para divulgar as suas ideias sobre a teologia da Prosperidade.
Dos Progenitores da doutrina da Prosperidade podemos citar alguns, que são os seguintes:
Mariano, R. P. 151, 156, 157, Bitencort, J, F. N. 264. 1992. P. 55, Gondim, R P. 15, 23, 44, Hanegraaff, H. P. 31, 32,35, Evans, W.F, Cady, H.E, Hanegraaff, H. P. 35, Kenneth hagin, Finéias Parkhust Quimby, H. Emilie Cady, Kenyon, Mary Baker Eddy


III. Origem da Teologia da Prosperidade.
1. As possíveis vertentes desta teologia dentro e fora do meio evangélico internacional.
A Teologia da Prosperidade teve sua origem na década de 40 nos Estados Unidos. Mas a efetiva introdução no meio evangélico se deu na década de 70. Adicionou um forte cunho de auto-ajuda: valorização do indivíduo, agregando crenças sobre curas, prosperidades e poderes da fé através da confissão da Palavra em voz alta. O cristão compreende que tem direito a tudo de bom e de melhor, que a vida pode oferecer: saúde perfeita, riqueza material, poder para subjugar Satanás, uma vida plena de felicidade e sem problemas. O evangelho da prosperidade é algo novo na história da igreja. Seu aparecimento, contudo, se desenvolveu gradativamente, e tem sua origem ligada a pessoas, épocas e lugares diversos. Estaremos aqui, lançando um fundamento histórico, que nos conduzirá a um melhor entendimento da sua expansão no Brasil.
Mediante pesquisas realizadas nos Estados Unidos sobre o assunto, duas raízes históricas e filosóficas foram identificadas: pentecostalismo (Barron, 1987) e várias seitas metafísicas do início do século XX, que floresceram na área de Boston (McConell, 1988). Dessas duas fontes, o pentecostalismo forneceu a base, onde a teologia encontrou a maior parte de seus adeptos. Embora as igrejas pentecostais e carismáticas acolhessem numa proporção maior, foram as seitas metafísicas que forneceram os ensinos e base que deram forma ao evangelho da prosperidade.

2. As relações com o Pentecostalismo
No início do século XIX, vários pregadores na América do Norte, começaram a afirmar que todos os cristãos tinham o direito à saúde como parte da expiação. Entre os tais destacaram-se A. J. Gordon, fundador de uma respeitada instituição de ensino teológico, e A. B. Simpson, fundador da Aliança Cristã e Missionária. Ambos escreveram livros sobre cura que até hoje são utilizados. Os ensinos de prosperidade não tiveram origem dentro do pentecostalismo. Contudo, a tendência das denominações pentecostais de aceitarem afirmações de autoridade profética extrabiblica, criou um espaço teológico onde a doutrina da prosperidade pôde se firmar e crescer. A conclusão histórica que aqui fazemos é que, embora portador da doutrina, o pentecostalismo não a tem como parte de suas crenças fundamentais. O discurso teológico no livro "Os banqueiros de Deus", afirma que o conteúdo que, nos últimos anos, foi disseminado pela América Latina, é realmente uma apologia à prosperidade, como princípio para medir se uma sociedade é cristã ou não. Essa teologia se apresenta como expressão doutrinária do neopentecostalismo, e está estreitamente ligada à teologia da guerra espiritual. Utilizando a Bíblia fora de contexto, alega que o pecado de Adão fez com que o homem perdesse a produtividade; chegando ao ponto de afirmar; que José era um empresário madeireiro, Jesus se rodeou de amigos e damas ricas e que dispunha de tanto dinheiro que necessitou de um tesoureiro. Com abundantes citações dos missionários da prosperidade e extensa bibliografia, o livro ilustra sobre a hermenêutica neopentecostal. A ausência de visão futura na teologia da prosperidade e sua visão equivocada sobre bem-estar; forma de viver e missão. Publicado pelas Edições Puma, do Centro de Investigação e Publicações (CENIP), de Lima, este volume de 250 páginas ilumina muitos aspectos pouco apreciados da teologia que está em moda na América e em outras partes do mundo. Mas, adverte, no entanto, que não está contra o que alguns chamam de pentecostalização da igreja e que as inovações litúrgicas e nos louvores introduzidos pela igreja eletrônica não são recusáveis em sua totalidade, senão que devemos aprender com seus aspectos positivos.

3. As origens nas Seitas Metafísicas
As seitas metafísicas eram assim conhecidas, por ensinarem que a verdadeira realidade é "meta-física", ou seja, vai além da realidade física. Isto significa que a esfera do espírito não somente é maior do que o mundo físico, mas controla cada aspecto dele e é a causa, de todos os efeitos, por eles sofrido.
Além da ênfase no "direito a cura", esta teologia reivindica também o direito a "prosperidade" por meio da confissão positiva. Os ensinos do evangelho da prosperidade convergem para dois homens: Kenneth Hagin e E. W. Kenyon.
No Brasil a primeira e principal igreja seguidora dessa doutrina é a Igreja Universal do Reino de Deus. Para os pobres e desafortunados em geral, cabe o direito de possuir as bênçãos como filho de Deus, Segundo Edir Macedo, Jesus veio pregar aos pobres para que estes se tornassem ricos. Alem da igreja universal, outras igrejas pregam essa doutrina, como as Igrejas: Renascer em Cristo, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Nova Vida, Bíblica da Paz, Cristo Salva.




IV. OS FUNDAMENTOS DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE.
1. Os fundamentos bíblicos e extra bíblicos da Teologia da Prosperidade
A “Teologia da Prosperidade” tem como principais fundamentos: o expansionismo doutrinário, o imediatismo da chegada do Reino e a musica.
São esses os três fundamentos que atraem, milhares de pessoas. Principalmente jovens de classe media baixa. Ela pressupõe sua doutrina, em uma aliança bíblica, baseada no principio de que a Igreja Cristã de hoje em dia é indicada como sendo os herdeiros espirituais de Abraão.
Além dos três, ela traz também, como prioridade em sua pasta, a saúde plena, a prosperidade financeira, afirmando que estas coisas são um direito do cristão, pois faz parte da expiação efetuada por Cristo. É comum ouvirmos, pregadores da doutrina da prosperidade, afirmar que Deus quer que seus filhos, comam a melhor comida, vistam as melhores roupas, dirijam os melhores carros e tenham as melhores coisas.

2. Muitos crentes confundem humildade com pobreza.
Um pregador certa vez me disse que fulano possuía humildade, porque andava em um carro muito velho. Repliquei: "Isso não é ser humilde – isso é ser ignorante!" A idéia que o pregador tinha de humildade era a de dirigir um carro velho. “Outro observou; Sabemos que Jesus e os discípulos nunca andaram num Cadilac,” replicou o pregador, não havia Cadilac naquela época, Mas Jesus andou num jumento. Era o "Cadilac" da época – o melhor meio de transporte existente. Os crentes têm permitido ao diabo lesá-los em todas as bênçãos que poderiam usufruir. Não era intenção de Deus que vivêssemos em pobreza. Ele disse que éramos para reinar em vida de reis. Quem jamais imaginaria um rei vivendo em estrita pobreza? A idéia de pobreza simplesmente não combina com reis.
Segundo ainda seus ensinos, a pobreza é fruto da falta do conhecimento de seus direitos e falta de fé para afirmar tais direitos, ou o diabo o está impedindo de recebê-los. Se houver uma suspeita de que a última causa é o problema, uma sonora repreensão irá liberar tudo aquilo que o cristão tem por direito. Tudo quanto você precisa fazer, é dizer; Satanás tire suas mãos do meu dinheiro (Limiares, 67)

V. Os perigos da Doutrina da Teologia da Prosperidade
1. Os riscos da interpretação dos “princípios” desta teologia.
São muitos, os perigos existentes na doutrina da prosperidade; como cristãos, precisamos estar atentos, para que não venhamos, a cair, nos mesmos erros, que muitos pregadores têm caído. Cremos que a teologia da prosperidade tem apoio nas páginas das escrituras Sagradas, porem, é Necessário que tenhamos que estar atento. Em toda a história do Cristianismo, sustentou-se a pregação da abnegação dos prazeres mundanos e discernimento na utilização dos recursos que o mundo, teologicamente falando, oferece. Às vezes, tal pregação era levada ao extremo por determinados grupos religiosos, em especial os protestantes, que optavam por um estilo de vida simples, e, de total desprezo à modernização. No século XX e XXI, algumas comunidades, como a dos Amish96; que é um exemplo desse radicalismo religioso97.
Levada ao extremo ou não. Até a chegada da Teologia da Prosperidade, a mensagem comum das igrejas em relação ao mundo era: “não se deve amar o mundo” (1 Jo 2.15-17).

1.1. Liberdade cristã.
O principal aferidor para a conduta dos cristãos, antes de surgir a Teologia da Prosperidade, era o discernimento pessoal, orientado pela tradição bíblica: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas são lícitas, mas nem todas edificam, ou, não me deixarei dominar por nenhuma delas” (1 Co 10.23; 6.12b).
No entanto, a Teologia da Prosperidade operou uma guinada vertiginosa na postura cristã de renúncia ao mundo e na conseqüente expectativa escatológica. Pode-se dizer que se promoveu um deslocamento teológico, em que as motivações do ser humano foram transferidas do seu objetivo original; servir a Deus despretensiosamente, para um substituto aceitável, isto é, alguma bênção ou ganho que o represente. A partir daí, autorizou-se uma procura frenética pelas benesses religiosas no tempo que se chama hoje.
A ambição pelas coisas do mundo, denunciada pela ética e moral cristã, passou a ser considerada direito a ser reivindicado em nome de Jesus. A pessoa humana passou a ser entendida como ser que tem direitos espirituais e materiais a serem reivindicados; e Deus se organiza exclusivamente como o depositário das bênçãos, que passa a ser saqueado, e cujo poder é colocado a serviço de interesses materialistas.
As bênçãos divinas, que sempre foram vinculadas à justiça, ao amor e aos deveres cristãos, são, agora, vista como bens de consumo.
Surge, a partir desse deslocamento teológico, uma nova geração de crentes descompromissados com a tradição cristã e que desconhece a mensagem da cruz “renúncia”, mas que é perito em reivindicar direitos adquiridos na cruz. O que mais se poderia esperar de tudo isso, senão algo como o estouro da boiada, multidões desesperadas atrás de um Jesus do “ôba ôba”, à procura de pão; mas que não querem compromisso com os valores do reino de Deus? “vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes” (Mt 6.22-40).
Essa geração é diferente daquelas do pentecostalismo hoje chamado histórico ou das igrejas cristãs tradicionais, que aderem à renúncia ao mundanismo e aos seus prazeres, mantendo um estilo de vida cultural e sócio-econômico marcado pelo ascetismo. A geração neopentecostal parece estar em uma busca desenfreada da ascensão social facilitada pela urbanização, modernização e o pronto acesso aos bens de consumo disponibilizados no Brasil a partir dos anos setenta.
A Teologia da Prosperidade é vista pelas linhas tradicionais como produto alienígena que encontrou mercado amplo, exportado para as igrejas da América Latina diretamente da América rica, sem levar em consideração que o Norte é rico e o Sul é pobre. “Uma teologia que violenta o Evangelho e ofende o pobre; que conduz a um perigoso processo de materialização da fé, onde a bênção é medida em categorias materiais”. A passagem para o Neopentecostalismo foi rápida, porém não sem transição. Percebem se, por trás da formação dessa geração neopentecostal, vários pregadores norte-americanos que encontraram no pentecostalismo brasileiro o que se pode chamar de “cabeça de ponte”, através das quais atravessaram suas doutrinas mescladas de idéias oriundas do ocultismo e da Nova Era.

1.2. São muitas as distorções doutrinárias da teologia da prosperidade.
São comuns, os adeptos dessa doutrina, negar a soberania de Deus, dizendo que usar a expressão se for a Tua vontade, destrói a oração; há um espírito de orgulho. Dizem que sofrimento, pobreza e doença não devem fazer parte da vida de um cristão. Se, porventura, um cristão estiver em tais circunstâncias é porque não tem fé. A teologia da Prosperidade tem suas raízes na Ciência Cristã, que é derivada do gnosticismo. Daí, vemos o dualismo da teologia da prosperidade, quando diz que a morte física de Cristo não tem relevância em relação à redenção do nosso espírito, tendo Jesus que morrer também espiritualmente. Chegam a ponto de negar o sangue de Jesus.
Eles dão uma ênfase exagerada no elemento fé, e esquece-se de viver o amor. Eles revelam estar mais preocupados com a questão do sofrimento do que com a questão do pecado. Mais preocupados com prosperidade e saúde do que com santidade.

1.3. A espiritualidade cristã não pode ser confundida com prosperidade.
Pois, se fosse este, o caso; não poderíamos considerar nem a Jesus e nem os apóstolos como homens espirituais, visto que eram pobres, ficavam doentes, passaram muitas necessidades, sofreram perseguições, foram presos, desprezados pelo mundo e foram martirizados. Jesus mesmo disse que não tinha onde reclinar a cabeça (Mt 8.20).
Não tinha dinheiro sequer para pagar o imposto, tendo que solicitar a Pedro que pescasse um peixe que teria uma moeda dentro de si que serviria para pagar esta divida (Mt 17.24-27). Pois sabemos que Jesus, sendo rico se fez pobre (2 Co 8.9). Pedro e João disseram claramente que não possuíam ouro nem prata (At 3.6). Paulo experimentou período de pobreza (Fl 4.11,). Comunidades inteiras de cristãos do Novo Testamento eram muito pobres (2 Co 8.2).
A própria Maria, entre todas as mulheres a mais agraciada, não teve um lugar descente para dar a luz ao seu Filho bendito. Todas as portas se fecharam e apenas a porta do curral foi a que se abriu para ela e para José seu esposo. Ela não ficou murmurando e nem ficou rejeitando aquele lugar. Pelo contrário, aceitou a sua própria cruz, acolheu a bendita graça de padecer por Cristo.
Foi naquele curral e naquela manjedoura improvisada, que o nosso rei veio ao mundo.
Perguntaram a William Booth; fundador do Exército de Salvação; qual era o segredo do seu sucesso? ele respondeu: “Deus teve de mim tudo o que ele quis”. Infelizmente os evangélicos seduzidos pelo consumismo têm feito o contrário, exigem de Deus tudo o que eles querem.

1.4 A Teologia da prosperidade se dedica a satisfazer as necessidades artificiais.
O perigo do condicionamento que o mundo exerce num sentido negativo leva o cristão a buscar a viver mais em conformidade com os prazeres da carne, que com a vontade de Deus. “Não devemos nos conformar com este mundo” (Rm 12.1-2). A igreja, em vez de ser um termostato, acaba sendo um termômetro que reflete e se ajusta ao clima.
Usam Deus e a Bíblia como justificativa e meio para satisfação da ganância humana.
Os pregadores da teologia de prosperidade dizem que tudo está bem e que o sistema é magnífico e que os outros podem também vir a serem ricos como eles.
Nada de novo nisto, pois Miquéias 7.2-4 mostra que a injustiça estava institucionalizada e permeava toda a sociedade incluindo os falsos sacerdotes e profetas que já em sua época visavam buscar riqueza para si mesmo.
Portanto, o que vemos é que, hoje, vivemos numa sociedade de consumo, antes dela o que tínhamos era uma sociedade de produção, onde se exigia muita abnegação e renúncia em prol da produção e também da construção da própria felicidade, realização e prazer, que eram adiados para um tempo futuro ou de aposentadoria.
Mas na tentativa de combater um extremo de repressão, acabamos mergulhando num extremo oposto. Portanto, na sociedade atual de consumo, o que predomina é o individualismo e o hedonismo. Não existe disposição para se adiar nada. Os próprios pais procuram satisfazer todos os desejos dos filhos, que acabam não aprendendo a lidar com frustrações. As propagandas, que são o pulmão deste sistema, criam novas necessidades e nos falam de uma vida plena de satisfação imediata. Só que isto é utópico para a maioria das pessoas que estão excluídas dos bens de consumo. O incremento da violência, também é outra, decorrência! Esta visão tão colorida da vida, que pouco tem a ver com a realidade da grande maioria das pessoas, acaba fomentando ainda mais inveja, cobiça e frustração, não apenas pela ausência do básico, mas, agora, também pela ausência do supérfluo que nos é apresentado como sendo indispensável para a sensação de bem-estar. Temos também que, em nome da felicidade individual e envenenando a própria alma por causa da prosperidade do vizinho. Impaciente, e frustrado, o indivíduo, está cada dia menos disposto a pagar um preço de renúncia em prol da sobrevivência da relação, e, não tendo disposição de suportar frustração em curto prazo para conquistar realização a médio e longo prazo, acaba optando pelo caminho aparentemente mais fácil e de recompensa mais imediata, ainda que isto possa lhe custar sua felicidade futura.

1.5. A teologia da prosperidade é produto de uma sociedade de consumo.
Prometendo conceder através da fé tudo aquilo que as propagandas dizem que uma pessoa precisa ter para ser feliz, fazendo da fé uma varinha de condão e, do nome de Jesus, uma espécie de abracadabra ou lâmpada de Aladim para a realização de todos os sonhos despertados pela sociedade de consumo. Alguns pastores sucumbem aos encantos do sucesso e, buscando se tornarem celebridades e acabam entrando no espírito deste mundo consumista.
Passam a pregar uma mensagem triunfalista, que esconde o preço do discipulado, nada falando sobre a necessidade da negação de si mesmo e de se carregar cada um a sua própria cruz, nada dizendo também sobre a graça de padecermos por Cristo. Com a promessa de prosperidade e saúde sempre em nome da fé, entram numa competição desenfreada em busca de adeptos, chegando a apelar para novidades e promoções, a fim de atrair o freguês.
Por falar no freguês, é ele a grande vítima de todo este complexo sistema de nossa sociedade consumista, que acabou até seduzindo parte da igreja evangélica. Diante da grande mentira de que o prazer, o sucesso e o bem-estar físico, econômico e social são o grande alvo da vida e que tudo isto está acessível a todos. Iludido, o freguês busca no consumo a realização imediata deste ideal, mas tem que lidar com a realidade de uma vida de privações, injustiça, lutas e muitos sofrimentos. Frustrado, o freguês sente-se fracassado e oprimido pela ditadura do ter. Agora, nem na igreja encontra respostas para a sua dor, mas apenas ainda mais culpa por não ter tido fé suficiente para ter sido bem sucedido na vida profissional ou para ter sido curado de algum mal.

1.6. A teologia da prosperidade incentiva a ganância.
Essa doutrina promove Comodismo e conformismo ao mundo e ao seu sistema consumista, individualista, desigualdade e injustiça social. Os adeptos da teologia da prosperidade acham que temos direito de reivindicarmos o que quisermos de Deus, esquecendo-se da soberania divina.
Jesus disse: Não acumuleis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem corroem e os ladrões roubam (Mt.6.19). E o Apóstolo Paulo diz: Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma pode levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, cilada e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. “Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.” (1Tm.6.4-11). As riquezas podem afastar os homens de Deus. Jesus disse que é difícil um rico entrar no céu (Mt 19.23.

1.7. A teologia da prosperidade, e a fé.
Seus adeptos evitam falar dos capítulos da Bíblia que mais falam sobre os temas da fé. Principalmente o texto que diz: “outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas, e prisões, foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada, necessitados, afligidos, maltratados.” (Hb 11.36-37)?
A cruz é a exigência de um novo estilo de vida caracterizado pelo amor, totalmente oposto a uma vida individualista, centralizada em ambições pessoais, indiferente frente às necessidades do próximo. A evidência da vida eterna não é só a confissão de Jesus como Senhor, “mas é a fé que atua pelo amor” (Gl 5.6). Renúncia e sofrimento fazem parte do chamado dos discípulos que devem carregar a cruz à semelhança do mestre.

2. A questão da Saúde Plena nesta vida
A teologia da prosperidade não ensina apenas que Deus pode curar; com o que concordamos plenamente; mas o problema, é que ensinam, que Deus cura sempre em resposta a oração; e se alguém não for curado após a oração, a resposta é que está faltando fé, pois a cura está sempre à disposição do crente. Ensinam que não é para orar pedindo para que seja feita a vontade de Deus, pois dizem que isto seria uma negação da fé. Ensinam que você não deve pedir a Deus, mas que precisa reivindicar e exigir o que é seu por direito, a saber, saúde e prosperidade. Sendo assim, saúde e prosperidade se tornam os sinais de que uma pessoa possui fé; enquanto que doença e pobreza seriam para eles sinais de fraqueza espiritual. Aqueles, dentre os tantos que aderem a este pensamento, e que, porventura, não conquistam cura e prosperidade, acabam desenvolvendo sentimentos de inferioridade e culpa por não terem tido a fé suficiente para obterem a tão desejada vida saudável e prospera. O próprio Apóstolo Paulo seria considerado pelos adeptos da teologia da prosperidade como um homem sem fé, pois sofreu muitas prisões, açoites e apedrejamento, além de ter padecido fome, frio e nudez.
É interessante, notar; que, o Apóstolo Paulo, ao invés, de se sentir inconformado, e diminuído na sua fé e espiritualidade, devido a todas estas adversidades, ele sentia muito fortalecido e contente em sua situação de fraqueza e debilidade, o que para ele era sinal da bênção de Deus sobre sua vida e sinal da sua vocação e confirmação do seu chamado ministerial e apostólico.
Veja os relatos de 2 Co 11.23-30: “São ministros de Cristo? Falo como fora de mim. Eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; muito mais em prisões; em açoites, sem medida; em perigos de morte, muitas vezes. Cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de açoites menos um; fui três vezes fustigado com varas; uma vez, apedrejado; em naufrágio, três vezes; uma noite e um dia passei na voragem do mar; em jornadas, muitas vezes; em perigo de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigo no deserto, em perigo no mar, em perigo entre falsos irmãos; em trabalhos e fadigas, em vigílias, muitas vezes; em fome e sede, em jejuns, muitas vezes; em frio e nudez. Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente, a preocupação com todas as igrejas. Quem enfraquece? Que também eu não enfraqueça? Quem se escandaliza? Que eu não me inflame? Se tiver de gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza”. Paulo continuou dizendo: “E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte”. (2 Co 12.7-10).
Um argumento muito utilizado pelos pregadores da teologia da prosperidade em defesa da saúde plena é Isaías, que diz: “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados”. (Is. 53:4-5). Mas, para um melhor entendimento do significado do texto, é importante notar que este mesmo texto falar sobre nossas dores e não somente nossas enfermidades. Para ser coerente baseado neste texto, um defensor de que um cristão deve experimentar livramento total de todas as enfermidades nesta vida, deveria também concluir que o mesmo deveria ficar imune à dor. Mas é óbvio que nenhum cristão está livre da dor neste mundo. Ou será que existe algum defensor da teologia da prosperidade disposto a defender sua tese passada pelo teste da marretada no dedo? Vemos aqui que a teologia da prosperidade erra em não reconhecer que nós estamos vivendo um período de tensão entre a primeira e a segunda vinda de Jesus. O cristão já usufrui parte daquilo que Cristo conquistou para ele, algo assim como os primeiros frutos, mas ainda não desfruta da plenitude, vive pela fé e não por vista, vive em esperança, aguardando a segunda vinda de Jesus e a ressurreição dos mortos, quando o último inimigo, que é a morte, será destruído: “Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte”. (1Co. 15.26). Enquanto isto não acontece, o cristão continua a experimentar a fraqueza e as limitações do seu corpo corruptível, que está sujeito às dores, enfermidades e a morte. Paulo diz que nesta vida, nós, os cristãos, que temos as primícias do Espírito, ainda gememos aspirando à redenção definitiva e plena que só se dará por ocasião da segunda vinda: “Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo”. (Rm. 8.22-23). Cremos no poder de Jesus para curar e cremos que Ele continua a curar a muitos em nossos dias. Oramos por cura, mas sabemos que, a cura não é algo cem por cento garantidos. Não é apenas uma questão de orar certo e ter fé suficiente, é preciso também estar de acordo com a vontade de Deus. Outro exemplo no Novo Testamento é o caso de Timóteo, que tinha uma doença crônica: “Não bebas mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades”. (1Tm. 5.23). Pois Deus tinha outros propósitos e, que muitas vezes estão longe do alcance do entendimento humano. “As aflições dos tempos presente, não podem comparar com a glória do porvir.” (Rm 8.18). Veja que Deus não livrou Paulo de seu espinho na carne, mesmo depois dele ter orado por 3 vezes. Deus respondeu dizendo: “a minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Paulo concluiu dizendo se alegrar nas necessidades e privações, pois sabia que quando era fraco, aí, sim, é que ele era forte: “E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual, três vezes orei ao Senhor, para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte”. (2 Co. 12. 7-10). Podem os adeptos da teologia da prosperidade dizer o mesmo que Paulo? Podem ele se satisfazer apenas com a graça de Deus? O Apóstolo Paulo estava convencido, que, o que mais importava em sua vida era estar sob o querer de Deus para sua vida.
No livro de Daniel, encontramos uma mensagem, que mostra o caso dos três jovens, que confessaram crer no poder de Deus para libertá-los das mãos do Rei, mas entendiam que Deus poderia ter outro plano e estavam dispostos a entregarem-se totalmente à vontade de Deus seja ela qual fosse; eles estavam convencidos que, se fosse da vontade de Deus, que eles fossem, torrados dentro da fornalha, eles estariam dispostos; porque o que lhes importavam era o que Deus quer, e não o que eles querem, veja o que diz o texto: “Agora, pois, se estais prontos, quando ouvirdes o som da buzina, do pífaro, da cítara, da harpa, do saltério, da gaita de foles e de toda sorte de música, para vos prostrardes e adorardes a estátua que fiz bom é; mas, se a não adorardes, sereis lançados, na mesma hora, dentro do forno de fogo ardente; e quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos? Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e disseram ao rei Nabucodonosor: Não necessitamos de te responder sobre este negócio. Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste”. (Dn. 3:15-18).

3. Jesus não propôs riquezas, nem prosperidade aos seus seguidores.
Jesus nunca ensinou que o Evangelho pudesse ser uma fonte de enriquecimentos; o que acontece é esta concepção está mal fundamentada. Os fiéis cristãos têm ainda a obrigação de atender às necessidades materiais de suas Igrejas, com seus dízimos, ofertas e outros meios que a igreja usa para sua manutenção, só que isso não pode ser uma forma de se fazer barganha com Deus; deve ser uma doação generosa de quem o ama, e desinteressadamente se dispõe a se tornar um sócio de Deus, fazendo da contribuição uma forma de parceria com Deus e não uma troca, nada mais rendoso na vida de um cristão, do que tornar sócio de Deus.
Na mentalidade do Antigo Testamento, quando não se tinha uma noção clara da vida eterna, os antigos judeus julgavam que a recompensa de Deus para os bons seriam neste mundo, em forma de bens materiais, eles não tinham muita noção de vida eterna, não eram muitas as mensagens que falavam de vida no alem. Mas, esta concepção foi mudada, a certeza da vida eterna e de uma recompensa muito melhor foi finalmente trazida por Jesus, ele não veio trazer riquezas, e bens materiais, mas veio para que todos tenham vida, e a tenham em abundancia, a herança que Jesus garante é a vida depois da morte, veja o que ele disse para os cristãos: “Dirá o rei aos que estiver a sua direita: Vinde benditos do meu Pai, recebei por herança o reino preparado para vós desde a fundação do mundo” (MT. 25, 26). Jesus não propôs riqueza nem prosperidade aos seus seguidores, Prometeu sim, vida, e vida em abundância, mas não é a vida mortal e sempre ameaçada que o homem conhece na terra, mas a vida imortal em comunhão com Deus.
Sendo assim podemos concluir que, é falso dizer que Deus paga em dinheiro e bens materiais a quem lhe é fiel. São Paulo mostra os riscos do enriquecimento para quem não sabe se contentar com o que tem: “Mas é grande ganho a piedade com contentamento”. (1Tm. 6:6.), a piedade é de fato grande fonte de lucro, mas para quem sabe se contentar. Pois nada trouxemos para o mundo, nem coisa alguma dele poderá levar. Se, pois, temos alimento e vestuário, estejamos com isso contente. “Ora, os que querem ser ricos cairá em tentação e ciladas, e em muitos desejos perniciosos que mergulham os homens na ruína e na perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro, por cujo desejo, alguns se afastaram da fé, e a si mesmos se afligem com muitos tormentos”. (1Tm. 6,5-10).
Jesus deu-nos uma lição importante, quando encontrou com aquele jovem rico, que perdeu a coragem de segui-Lo por causa do dinheiro: “Jesus lhe respondeu: Se quiseres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e segue-me. O moço, ouvindo essa palavra, saiu pesaroso, pois, era possuidor de muitos bens. Então Jesus disse aos seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no Reino dos Céus. E vos digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus. Ao ouvirem isso, os discípulos ficaram muito espantados e disseram: Quem poderá então salvar-se? Jesus, fitando-os, disse: Ao homem, isso é impossível, mas a Deus tudo é possível”. (MT. 19,21-26).
Pessoas bem intencionadas, às vezes desesperadas com os seus problemas, dão o que têm, e o que não têm na esperança que terás tudo em dobro, e depois ficam, muitas vezes, em situações difíceis, sua fé fica abalada, pois depositou toda sua confiança em um deus que promete cobri-lo de bens, mas não pode cumprir; a verdade é que Deus não fez tal promessa, as mesmas são feita pelos homens, e Deus não está obrigado a cumprir o que prometemos, só porque usamos o seu nome, ele vela para cumprir o que ele prometeu: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar”: (Lc. 21:33), não o que nos prometemos, é de muita responsabilidade dizer que Deus prometeu, quando na verdade ele não prometeu, a palavra de Deus nos disse que ai daquele que disser que ele disse enquanto na verdade ele não disse: “Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele”. (Dt. 18:22). Jesus alertou: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”. (Mt. 7:15)


4. Estratégias da Teologia da Prosperidade.
Identificamos que há duas estratégias decisivas dentro do assunto em pauta: a expansão da Teologia da Prosperidade no meio cristão, como para a sua identificação, com os discursos neopentecostal. A utilização da mídia e modernas estratégias de gestão, aplicadas aos sermões e aos cultos. A elaboração do deslocamento de parte da esperança escatológica para o presente.
Como verificamos até aqui, a Teologia da Prosperidade é singular, e tornou a principal linha cristã. O sucesso, a saúde e a aquisição de bens materiais como resultados da fé. O que interessa é não se conforma com o pouco, mas que busca conquistar abundâncias para a vida terrena. Para a Teologia da Prosperidade, uma vida de fé torna significativa, quando faço em nome de Jesus e o quanto recebo, pelo investimento aplicado em Deus.
O sentimento de renúncia e resignação, acalentado pelos crentes pentecostais, sofre Inversão do paradoxo; com a chegada da Teologia da Prosperidade, a partir da década de 70, as mensagens escatológicas que anunciava uma vida melhor somente no porvir, que levava o crente a buscar viver uma maior comunhão com o seu criador, pensando mais nas coisas celestiais, mudou seu foco para a vida presente. Na qual o reino de Deus é vivido e desfrutado aqui e agora. As ambições do primeiro mundo justificadas em nome de Deus.
Uma boa ala das igrejas pentecostais e dissidentes se identificou com a mensagem da prosperidade que, hoje, denominada de neopentecostais, já tem o seu perfil próprio e doutrinas consolidadas; marcados pela inovação e marketing arrojados, nos meio dos neo-pentecostais que crescem cada vez mais com o passar dos tempos. Vertiginosamente sob os holofotes da Teologia da Prosperidade, no entanto, sua proposta doutrinária deixa dúvidas quanto a sua genuinidade cristã, e se mostra frágil diante de uma análise teológica crítica. A penetração da Teologia da Prosperidade no meio cristão e sua identificação com o discurso neo-pentecostal, a elaboração do deslocamento de parte da esperança escatológica para o presente, como se verificou até aqui. A Teologia da Prosperidade é singular, e é até então, a linha cristã que preconiza. Como fonte de resignação e contentamento, parece ter sido substituída por uma fé ousada que não se conforma com o pouco, mas que busca conquistar abundâncias para a vida terrena.

VI. Em que posso concordar com a Teologia da Prosperiadade
1. Uma análise daquilo que é bíblico na Teologia da Prosperidade.
A teologia da prosperidade, uma vez proclamada e defendida á luz da palavra de Deus, encontra apoio e grande força, afinal podemos entender, que a Teologia da Prosperidade é bíblica, mas merece um estudo mais aprfundado.
O que tem acontecido é que os defensores de tal doutrina tomaram um rumo totalmente oposto ao que os profetas, os Apóstolos e o próprios mestre pregaram e viveram. E partindo do presuposto que a Teologia da prosperidae é bíblica, e que sua doutrina encontra força dentro das escrituras Sagradas, tomo a liberdade de defender dentro de uma análize zelosa, tomando cuidade para não ferir as vedades da palavra de Deus, de defender a teologia da Prosperidade em um angulo diferente do que os defensores desta teologia te olhado, eu creio na doutrina da prosperidade, e, ate mesmo a defendo, mas, o que acntece é que tem havidi muitos exageiros, até mesmo abusos, ao transmitir essa tese, mas não podemos generalizar. O fato é que ha pregadores que com aldácia chegam a afirmar que os que se ficam doentes é porque não tem fé, e até mesmo chegam a afirmar que tais cristãos não esta convertido, alem da enfermidade podemos ver as alegações com respeito à vida finaceira, dizem que os que não prosperam é porque não tem fé em Deus, ou até mesmo, que ainda não tiveram um real encontro com Cristo. Ja ouvi pastores chamar de malditos, e filhos do diabo os que não conseguem se prosperar; um pastor de uma serta igreja, chegou a arremessar a sua bíblia sobre a parede do templo com voz áspera e com muita indignação, dizendo que todos ali eram amaldiçoados, por não ter com que contribuir para sua igreja, o que deixou muitos crentes ecandalizados, e é bon frizar-mos que realmente o povo de ta cidade eram pobres de verdade. Então a prosperidade é muito boa, e devemos persegui-la, afinal, quem não gostaria de possuir uma boa casa, um bom carro, viajar de avião á outros paisis, trabalhar pouco, e viver forgado? Por exemplo, eu gostaria de viajar para a Africa para vizitar os campos missionário daque continente, mas não posso, por falta de condições finãnceira. Se eu fosse uma pessoa mais próspera com seterza eu ja teria ido fazer missões naquele continente por várias vezes. Ha muitas coisas boas que eu gostaria de fazer, e não as faço por não ter tais condiçoes. E, oque dizer da saúde? É fundamental à todos, principalmente a aqueles que com coração piedoso desejam ardentemente fazer mais pelo reino de Deus, e não podem devido a seu problema de saúde. Então podemos ver, que, é imprecindivel a prosperidade: e entra neste caso as verdades que se fundamenta e podemos denominar “teologia da Prosperidade”.
A doutrina da Prosperidade sendo pregada à luz da palavra de Deus, com serteza ajudará, e muito na vida terrena do povo de Deus. Eu acredito que o nosso Deus quer que seu povo seja abençoados fisicamente, finãnseiramente e emoncionalmente, mas sem esquecer-mos que tudo devem ser como Deus quer, ele é soberano: “seja feita a sua vontade na terra como no céu”, “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu. “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje”. (MT. 6:9-11).
A prosperidade está acessível a todos, muito já são prósperos de berço, outros lutaram e conseguiram; eu estou certo de que a prosperidade é um direito do homem e da mulher independente de seu credo religioso; se estudarmos, trabalharmos, economizarmos, e soubermos administrar a nossas vidas financeiras; com certeza, serão prósperos. Disso não há dúvida, quanto mais o cristão? Que se esforça como já dissemos acima; e ainda buscam ao seu Deus em favor de tal desejo; será impossível alcançar? Com certeza não. O que precisamos é tomar muito cuidado para não generalizar a questão, ao ponto de se dizer que os que não consegue prosperar, é porque não tem fé, não estão com a vida no altar de Deus e etc. Isso com certeza serão um absurdo. Quando uma pessoa não prospera, muitas coisas poderão esta circundando a vida dessa pessoa: uma delas pode ser a preguiça; “A alma do preguiçoso deseja, e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes engorda”. (Pv. 13:4), “O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega e nada receberá”. (Provérbios 20:4), “O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam-se a trabalhar”. (Pv. 21:25), “Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas”. (Pv. 22:13). Há outros que não prosperam por causa dos desperdícios; Deus não agrada do desperdício, pois o próprio Cristo combate o mesmo, veja: “Quando estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca.” (Jo. 6:12). Existem outros inimigos da prosperidade, que podem ser: gastos exagerados e supérfluos, entre outros. Não podemos descartar a hipótese de que muitos crentes não prosperam por falta de fé, a fé é imprescindível á prosperidade, é a fé que vai determinar o tamanho da sua benção; é preciso ter uma vida com Deus. É óbvio que um crente que não busca a direção de Deus para os seus negócios não vai, e, nem pode prosperar; pois o Senhor Jesus disse: “Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer”. (Jo. 15:5).
Para que, o homem, e, a mulher de Deus, possa prosperar, é necessário que ande em comunhão com seu Deus, sendo lhe fiel em tudo. Porem, não pode generalizar; pois há muitos cristãos verdadeiros, que são dotados de muita fé, mas não conseguem prosperarem; isso acontece porque Deus o conhece como ninguém, e sabe o que é melhor para ele, Deus é pai, e sabe dosar as coisas para seus filhos. Operando na vida deles o que contribui para a sua vida futura; isso, é a vida eterna com o pai celestial. Deus nos ama e sempre irá nos abençoar, pensando sempre no nosso bem estar espiritual. De maneira alguma Deus nos dará algo que prejudicará a nossa vida espiritual. Deus disse para o Apóstolo Paulo: “E disse-me: a minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo”. (2 Co. 12:9).
Outro motivo, que não permitem que muitos crentes prosperem; são algumas condutas que não agradam a Deus. Se o homem e a mulher de Deus vivem em inconformidade com o querer dele, sem duvida Deus trará sobre essa pessoa a vara da correção, e essa vara pode vir de várias maneiras: doenças, desestruturação familiar, problemas financeiros, etc. Deus castiga a quem ama. “Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportardes a correção, Deus vos trata como filhos; porque que filho há a quem o pai não corrija?” (Hb. 12:6-7).
Partindo desses pressupostos, podemos ver que, para que, um cristão gozem das maravilhas que Deus tem preparado para os seus, depende de um conjunto de fatores que só poderá ser compreendido à luz das escrituras Sagradas, e depende de uma análise muito profunda, porque não podemos fugir do querer de Deus para as nossas vidas. Deus é soberano, e, sempre é e será justo, é o homem imperfeito, que sempre sai fora de seu querer. O Soberano Deus disse: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor.” (Is. 55:8).
Vemos, que, se a teologia da Prosperidade, for pregada com uma exegese aprofundada nas escrituras sagradas, observando cada ponto das escrituras; iremos chegar a uma conclusão, que Deus quer que seus filhos sejam prósperos e felizes. Mas, que a sua prioridade, é o nosso bem-estar espiritual.
Deus não mandou seu filho para que todos sejam prospero, mas para que todos tenham vida eterna, temos que estar atento à prioridade de Deus. O que ele quer para seus filhos a cada momento de suas vidas, o sábio que escreveu o livro de Eclesiastes disse: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu; há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.” (Ec. 3:1-8).

2. Uma analogia Bíblica.
Há caminhos, atitudes, decisões e posturas; que, nos conduz à Prosperidade, embora isso não seja regra, podemos apenas tomá-los como base para buscar uma maneira de se ter uma vida melhor; com mais saúde, dinheiro, paz e muito mais. Deus tem promessas de benção para os seus filhos, fazendo uma análise mais profunda da escrituras sagradas, podemos ver que são muitas as promessas de Deus para os seus filhos, ate mesmo no Novo Testamento.

2.1. Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus.
Quando, o homem e a mulher de Deus o honram. Dando maior ênfase ao seu reino, se preocupando mais com o que é de Deus, do que com o que é seu. Sem duvida esse crente irá prosperar; mas a ordem é: “Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas; Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”. (Ma. 6:25-34).


2.2. Amar a Deus sobre todas as coisas
Jesus disse: “Se alguém vier a mim e não aborrecer a: seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não levar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo”. (Lu. 14:26-27). Se o cristão deixar tudo, para seguir a Jesus Cristo; a possibilidade de se prosperar é muito grande; Jesus disse para Pedro: “E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições, e, no século futuro, a vida eterna”. (Mc. 10:29-30). Então podemos afirmar com muita segurança, que é Bíblico pregar, que, se deixarmos tudo para seguirmos ao nosso mestre, sem dúvida prosperaremos.

2.3. Amor à obra de Deus.
O cristão deve amar a obra de Deus, esse amor leva o crente a servir a Deus sem pressão, ou qualquer esforço externo, pois o que lhe impulsiona a servir está dentro dele, e é isso que o senhor Deus disse em sua Palavra: “E respondeu e me falou, dizendo: Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel, dizendo: Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos”. (Zc. 4:6). Devemos fazer a obra de Deus com amor, assim como nos preocupamos com nossos carros, casas, vestuário, entre outros, devemos nos preocupar mais com o reino do seu Mestre.

2.4. Contribuição financeira para a Igreja.
A contribuição para a obra de Deus deve ser feita por amor, e não com objetivos de negociação com Deus, o nosso Deus não é Deus de comercio, ma de amor. Então Deus está atento á razão pela qual estamos contribuindo, quando olhamos para a obra de Deus com amor, deixando de cuidar de nossos carros, casas, e outros, para investirmos no reino de Deus. O Apóstolo Paulo disse: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria”. (2 Co. 9:7). E ainda disse mais: “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará”. (2 Co. 9:6). E esta claro, que quando ele fala de semear, está falando de contribuição para a obra da Deus.

2.5. Uma Parábola.
A nossa vida pode ser comparada com uma caixa d’água; nos, somos a caixa d’água, Deus é rede de distribuição da fornecedora de água, e, o que usamos no dia-dia, e o que contribuímos na obra de Deus é a água que sai na torneira. Como a caixa está ligada direto na rede de distribuição, assim também nos precisamos estar ligado no trono de Deus em amor; na medida em que vamos tirando do que o soberano Deus tem nos dado, e, investindo no seu reino, a nossas vidas vão sendo regadas com as bênçãos infinitas de Deus, quanto mais agente tirar, mais Deus irá mandar, pois a sua fonte é inesgotável.


2.6. Fé, Fidelidade e determinação.
Quando alguém se aproxima de Deus, tem que ter fé, acreditar que ele é poderoso; Paulo disse: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que, aqueles que se aproximam de Deus, creia, que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” (Hb. 11:6). Para fazer qualquer coisa na obra de Deus é necessário, que tenham fé, principalmente quando o assunto é contribuição. Para contribuirmos para o reino de Deus, é preciso muita fé e amor, pois disse o senhor: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria”. (2 Co. 9:7). Se você crê que Deus é rico em abençoar? Então creia que ele te fará abundar em toda a sorte de benção em Cristo Jesus Nosso Senhor.
Sem sombra de duvidas podemos afirmar que, quando o homem e a mulher de Deus, investe no seu Reino, com certeza ele investira em suas vidas abundantemente, pois quando cuidamos das coisas de Deus, ele cuida das nossas.
Partindo desses pressupostos, podemos afirmar que, a Teologia da Prosperidade é boa e agradável a Deus e muito útil à sua obra.

VII. Em que não posso concordar com a Teologia da Prosperidade.
1. Uma exposição do que não é biblicamente aceitável na Teologia da Prosperidade
Há pontos na Teologia da Prosperidade, que de hipótese alguma, eu posso concordar, a prosperidade é boa, e bíblica, porem da forma como tem sido ensinando pelos defensores de tal matéria, não há como os cristãos que são estudiosos das sagradas escrituras concordarem com tal doutrina.
A Teologia da Prosperidade tem trazido problemas irreparáveis para o mundo cristão. Muitos homens e mulheres de Deus, até mesmos se desviaram da presença de Deus, decepcionados por não terem conseguido alcançar as bênçãos almejada. Devidos, aos defensores da Teologia da Prosperidade afirmarem, que, os que não conseguem prosperar, são porque estão fará dos propósitos de Deus, ou estão em pecados.
Há também aqueles que não vão para a Igreja para se obter a salvação em Cristo, mas sim, para se verem livres de seus problemas: de níveis financeiros, saúdes, familiar, social etc. como não alcançam as benção tão esperada, acabam voltando para o mundo, e nunca mais querem saber de igreja. Conheci certo senhor, que passou a freqüentado uma determinada igreja, esperando que fosse ficar curado de sua enfermidade; quando o líder pediu-lhe, uma quantia em dinheiro, para que Deus o curasse; e quando ficou sabendo, que teria que fazer algo, como se fosse pagar pela cura, ele saiu fora, e nunca mis quis saber de falar com crentes. Eu mesmo tentei-lhe evangelizar, mas não foi possível, ele estava disposto a qualquer coisa, menos acreditar em um Deus que lhe cobraria para curá-lo.
Podemos observar nesse caso, que, há certo comércio, em torno desta teologia. Toma lá, Dá cá. Se você dá você recebe, se não dá não recebe.
Não concordo em com a Teologia da Prosperidade, porque os teólogos da prosperidade, da maior ênfase aos bens materiais, e esquece que o mais importante é o reino dos céus. Quando nós nos preocupamos com as coisas de Deus, ele, sem duvida, nos Dara tudo o que precisamos, o apostolo Paulo diz: ele nos dará todas as coisas, nosso mestre, o Senhor Jesus Cristo nos disse: “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas; Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”. (MT. 6:31-34).
Não concordo com os exageros, pois há muitos excedentes, o que importa é ser ricos, e não ficar doentes, o que está em alta é o bem estar material; uma vez que a pessoa esteja bem emocionalmente, financeiramente e fisicamente, é o que importa, o resto é resto, se as coisas estão bem é porque estamos em paz com Deus, é o que importa.

Conclusão.
O crente em Jesus tem o direito de ser próspero espiritual e materialmente, porque as bênçãos de Deus estão sobre suas vidas, e de família. Mas isso não significa que todos tenham de ser ricos materialmente, vivendo no luxo e na ostentação. Ser pobre não é pecado nem ser rico é sinônimo de santidade. Não devemos aceitar os exageros da Teologia da Prosperidade. Deus é fiel nas suas promessas. Na vida material, a promessa de bênçãos decorrentes da fidelidade aos seus ensinos, é o que deve ser aplicado á igreja. A saúde é bênção de Deus. Contudo, servos de Deus, humildes e fiéis, adoecem e muitos são chamados á glória, não por pecado ou falta de fé, mas por desígnio de Deus. Que o Senhor nos ajude a entender melhor essas verdades.
“De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisas alguma, podem levar dele, Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.” (1Tm.6.4-11)

Considerações finais
Dentre os inúmeros movimentos sociais que surgiram na América Latina, destacam-se os pentecostais e a Teologia da Prosperidade. De diversas origens missionárias, caracterizam-se pela ênfase no reavivamento espiritual, na conversão individual, na atuação do Espírito Santo e pela perspectiva escatológica. Mas dos anos 70 para cá, tem crescido a preocupação com o materialismo, mais que com a questão escatológica. Mas ao longo do século XX, mantiveram-se isolados da esfera pública; a partir da década de 70, em diversos países, passam a interagir na política institucional. Discutir quais são as suas bases doutrinárias e suas principais representações políticas é o objetivo do presente artigo.

BIBLIOGRAFIA.
Bíblia Sagrada, ERC. Ed. Vida, S. Paulo, 1982. - Gondim, Ricardo. O Evangelho da Nova Era. Abba, S. Paulo, 1993. - Hanegraaff, Hank. Cristianismo em Crise. CPAD, Rio, 1996. - Romeiro, Paulo. Super Crentes. Mundo Cristão, S. Paulo, 1993.
- Haruod J. Brooke. Prosperidade pela Obediência
- Jeremy Bentham. (Londres, 1748 - 1832) foi um filósofo e jurista inglês.
- Essek William Kenyon ( Nova York, EUA, 1867).
- 96: Cf. CAIRNS, E. E. O cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1992, p. 249, 250.
97: Trata-se de grupo asceta de cristãos menonitas estabelecidos em comunidades na zona rural do condado de Lancaster nos Estados Unidos da América. Ainda hoje não usam telefone, energia elétrica ou TV.
- www.vidacomdeus.com.br.
- www.assembleiadedeus-rn.org.br.

Apêndice
Deixo aqui alguns nomes de homens que defenderam, e pregaram a Doutrina da Teologia da Prosperidade, se fazermos uma analise curiosa vamos observar que eles acabaram se contradizendo, com o que ocorreu em suas vidas, e nas de sua família.
Veja os nomes.
1. E. W. Kennyon faleceu vitima de um tumor maligno.2. John Wimber e seu filho Chris morreram de câncer.3. A . A. Allen morreu de alcoolismo.4. John Lake morreu de um colapso.5. Gordon Lindsey morreu do coração.6. O cunhado de Kenneth Haigin morreu de câncer. 7. O mesmo aconteceu à sua irmã8. Sua esposa foi operada e o próprio Haigin usou óculos até morrer.9. Kathryn Khulmann morreu do coração.10. Daisy Osborne morreu de câncer, jurando que havia sido curada.11. Jamie Buckingham morreu de câncer.12. Fred Price conseguiu uma quimioterapia para a sua esposa.13. John Osteen procurou ajuda médica para curar o câncer da esposa.14. A esposa de Charles Capps fez tratamento médico de câncer e também Joyce Meyer.15. Mack Timberlake está se tratando de um câncer na garganta.16. R. W. Shambach fez quatro pontes safenas.17. O Profeta Keith Greyton morreu de AIDS.Isso é uma prova convincente de que as coisas não são bem assim, como pregam entusiasticamente esses “profetas” do materialismo. Por ai percebe-se
que, não vivem o que pregam!

Glossário
Guinada: Movimento de uma aeronave em torno de seu eixo vertical., controlado pelos lemes. A guinada é uma altitude de vôo instável.
Vertiginosa: Vertiginosa - toda e qualquer coisa ou situação que fazem a gente ficar em um estado "Taz" de ser.
"Taz": Taz é um personagem dos desenhos animados Looney Tunes. Taz é um diabo-da-tasmânia, que se locomove num redemoinho e devora tudo que vê pela frente.
Perito: Profissional legalmente habilitado, idôneo e especialista, convocado para realizar uma perícia..
Plágio: Plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra etc.
Plágio: Apresentação, como própria, de trabalho ou obra intelectual produzida por outrem.

Seminário Teológico Peniel

Pr. Sebastião Auxiliadora dos Santos


A Teologia da Prosperidade

Dicertação de Mestrado em Teologia
Orientador: Dr. João Batista de Oliveira
Ponta Grossa / PR. 2008
Monografia

2 comentários:

blog do Pr cleodon disse...

A paz do Senhor Jesus querido.Gostaria de agradecer ao irmão por ter contribuído com o seu texto para a minha monografia.Apenas, gostaria de levar ao conhecimento do irmão, que se faça as correções gramaticais, a fim de que o trabalho do irmão não seja desprezado pelos visitantes...espero que o irmão tenha me entendido.Um abraço e um 2012 de muita paz para toda sua família.Fk na paz do Senhor.

Danilo Santana disse...

Olá graça e a paz!
Sou seminarista e estou concluindo o meu curso de teologia, embora seja um curso livre eu tenho redigir uma monografia.
E pretendo trabalhar sobre a teologia da prosperidade,mas aqui em campo grande ms não temos muito material de pesquisa sobre o assunto.
Na verdade,preciso de orienteção sobre o que pesquisar e o que tratar no trabalho.
Meu email dgoncaves@gmail.com
Se puder entrar em contato comigo eu agradeço.